sexta-feira, 4 de março de 2011

Falta de engenheiros ameaça crescimento, Mercadante defende formação de tecnólogos

Fonte: Agência Brasil
Data: 23/02/2011 


           “Estão faltando engenheiros no mercado de trabalho e faltarão mais ainda”. O alerta é de Marcos Túlio de Melo, presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), que reúne profissionais dessas áreas além de geólogos e meteorologistas. Para ele, “o apagão de mão de obra poderá trazer graves consequências para a economia brasileira”.

           Em seu cálculo, o déficit é de 20 mil engenheiros por ano, número que poderá aumentar com a demanda dos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Programa Minha Casa, Minha Vida; além da exploração de petróleo na camada pré-sal; das Olimpíadas de 2016 e da Copa do Mundo de 2014.  Segundo Melo, a queixa recorrente da Federação Internacional de Futebol (Fifa) é que os projetos para a Copa de 2014 estão atrasados. Em sua opinião, faltam engenheiros para empreender projetos básicos e executivos. Ele ressaltou que alguns estádios-sede para a Copa foram projetados no exterior.

           A importação de projetos e a contratação de mão de obra de fora preocupam não só os engenheiros, mas também o governo. “Isso pode ser viável desde que haja reciprocidade e tenha oportunidades de negócios para empresas brasileiras no exterior”, disse ontem (22) o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, durante encontro organizado pelo Confea em Brasília. Mercadante defende que a falta de engenheiros seja suprida por tecnólogos com formação mais curta do que o bacharelado em engenharia. A ideia não é apoiada pelos engenheiros e causou “burburinho”, nas palavras do ministro, entre os profissionais, ao ser defendida no encontro. “O Brasil vai ter que acelerar a formação deste profissional que está fazendo falta no mercado”, insistiu Mercadante que contabiliza a formação de 10 mil tecnólogos e 30 mil engenheiros anualmente no país.

           Mas, para o presidente do Confea, a entrada de tecnólogos no mercado de trabalho em substituição a engenheiros, por falta de mão de obra, não é o ideal. Melo apresentou outra opção: aproveitar engenheiros formados que não atuam na área e oferecer mestrado para a atualização profissional. Em sua conta, um terço dos cerca de 475 mil engenheiros formados no Brasil não trabalha na área. Além disso, Melo quer que haja políticas públicas para diminuir a evasão dos cursos de engenharia e mais controle do Ministério da Educação sobre a qualidade dos cursos.

           Mercadante disse que o governo trabalha na elaboração de um programa nacional para engenharia. Segundo ele, o Brasil forma um engenheiro a cada 50 pessoas que concluem o curso superior. Na Coreia do Sul, esse número é um engenheiro para quatro graduados; e, no México, a relação é um engenheiro para 20 graduados.

           Em números absolutos, o Brasil também perde para outros países emergentes. Na Coreia, 90 mil engenheiros são formados por ano; na Índia, 220 mil; e, na China, 650 mil (incluindo-se, neste caso, 250 mil que têm formação assemelhada à dos tecnólogos).

Demanda por Tecnólogos na Indústria de Petróleo

O Estadão.com.br publicou no dia 05 de julho do ano passado um artigo sobre a Demanda por Tecnólogos na indústria de Petróleo, este mesmo artigo também foi publicado no Click Macaé. É um artigo que vale a pena ser revisto.

          O Título do artigo é: Demanda por Técnicos. Todavia, no artigo, eles abordam o Tecnólogo como Técnico de Nível Superior. O artigo fala sobre o curso, comparando-o com os Junior Colleges, mesmo modelo criado nos EUA. Fala, ainda, sobre as dificuldades em relação ao mercado e dá algumas soluções para melhorar  a aceitação da categoria. 

          Artigo muito importante que deve ser lido por todos para fque fiquem  cientes sobre  a opinião do mercado em relação ao curso. Isso mostra que o Tecnólogo vem ganhando espaço  na mídia e nas  empresas.
Segue o artigo na íntegra.

A DEMANDA POR TÉCNICOS
Fonte:  ESTADÃO

           A demanda por mão de obra especializada, que vem crescendo mais do que a capacidade do sistema de ensino de atendê-la, é hoje um dos grandes problemas enfrentados pelo Brasil. As instituições de ensino superior, públicas e privadas, vêm, bem ou mal, dando conta do recado. O mesmo não acontece nos outros níveis de ensino. As graves deficiências do ensino básico são notórias e só há muito pouco tempo se acordou para a necessidade de aumentar a oferta de cursos técnicos profissionalizantes, vitais para o desenvolvimento econômico de qualquer país.

           Como uma das vantagens do capitalismo é suprir a demanda onde quer que ela surja, não espanta a notícia de que, com as prometidas riquezas da exploração do petróleo na camada do pré-sal, tenham sido criados no País, nos últimos dois anos, cem novos cursos superiores, a maioria em instituições privadas, voltados para o setor petrolífero, segundo informa o Ministério da Educação. A maioria de tais cursos destina-se à formação de tecnólogos, em cursos de menor duração que os de bacharelado universitário.

           É o modelo dos junior colleges, criado nos Estados Unidos ainda no século 19. São cursos de dois anos, feitos depois do ensino médio, que podem funcionar como um cursinho para aspirantes à universidade, mas que, quase sempre, têm um cunho vocacional ou profissionalizante. O licenciamento obtido vale para conseguir empregos, às vezes muito bons, e permite aos formados, se o desejarem, prosseguir os estudos em nível mais avançado. O tecnólogo de hoje pode ser o engenheiro de amanhã, certamente com mais prática.

           Isso não chega a ser propriamente uma novidade no Brasil. Há escolas técnicas de alto nível em São Paulo, no Rio e em outros grandes centros, mantidas por universidades ou faculdades privadas e públicas ou por entidades empresariais, como as do Sistema S (Senac e Senai, por exemplo). A oferta, porém, é ainda muito limitada e há preconceito contra os licenciados por esses cursos. Um exemplo disso é dado pela Petrobrás, que não aceita sua inscrição nos concursos que promove para preencher vagas destinadas a profissionais com ensino superior. Ela só admite a inscrição de tecnólogos nos concursos que exigem formação média. A Petrobrás prefere patrocinar cursos oficiais por meio do Programa de Mobilização da Indústria Naval (Prominp), o que não deixa de ser útil. Mas isto talvez não baste para atender a suas necessidades. De acordo com seu plano de negócios para 2009-2013, ela precisará de profissionais de 185 categorias para preencher 207 mil novos empregos e parece improvável que consiga formá-los só com as medidas adotadas até agora.

           Muitas outras empresas dos setores industriais e de serviços valorizam os tecnólogos que aqui se formam. Nas multinacionais, é frequente o oferecimento de estágios ou cursos de treinamento em suas matrizes para pessoal de nível médio, nos quais os brasileiros são obrigados, também, a aprender línguas estrangeiras. Não raro, alguns dos melhores são convidados a trabalhar em fábricas ou operações na matriz ou em outros países. Há queixas, porém, quanto ao baixo nível de escolaridade e de conhecimento técnico básico de um bom número deles, o que exige de sua parte um esforço redobrado.

           Este é um ponto negativo, que deve ser enfrentado com ações dos governos federal e estaduais para melhorar o ensino básico. No que diz respeito aos cursos técnicos superiores, a preocupação do Ministério da Educação não deve ser com quem os ministra, mas com sua qualidade. Afinal, todos "têm de cumprir a mesma legislação dos cursos de bacharelado e se submeter aos mesmos mecanismos de avaliação", como afirma Marcelo Feres, coordenador de regulação da educação profissional da Pasta.

           Este é mais um exemplo de como as exigências do mercado ajudam o Brasil a mudar para melhor. Nada contra a contratação de trabalhadores estrangeiros, se e quando for necessário. Mas o que resolve o problema é dar mais oportunidades a milhões de jovens brasileiros em busca de formação e emprego.

O Reservatório de Petróleo

          Como em qualquer outra atividade, a geologia e a engenharia de petróleo também têm uma linguagem própria, no qual algumas palavras possuem um significado particular.  A palavra reservatório que pode ser  encontrada em qualquer dicionário significa um recipiente onde se acumula alguma coisa, como por exemplo, uma caixa d’água, um tanque de combustível de um carro, uma represa e etc.

          Em geologia e engenharia de petróleo, reservatório é o nome que se dá a uma rocha existente no subsolo, onde se acumulou petróleo em seu interior em épocas muito antigas. O petróleo permaneceu lá até a época atual, quando então foi constatada a sua existência.

          O reservatório tem a mesma função dos reservatórios de qualquer outra área, ou seja, armazenar. O que o diferencia dos demais é a sua forma física.  Enquanto uma caixa d’água é um recipiente que tem um espaço interno amplo, no qual se deposita a água, o reservatório de petróleo é um bloco aparentemente maciço de rocha.
        
          No interior das rochas, que compõem o reservatório, existe uma significativa quantidade de espaços vazios, em geral de dimensões milimétricas, nos quais o petróleo é armazenado. Não existem grandes cavernas subterrâneas cheias de petróleo.

          A analogia mais próxima de um reservatório de petróleo seria a de uma esponja cheia de um líquido.   

          O acúmulo de petróleo no interior dos poros de uma rocha compõem a origem, migração e acumulação do óleo desde a sua rocha fonte  até a rocha reservatório.

          Ao contrário de uma esponja que para retirar um fluido do seu interior basta espremê-la, a retirada de um fluido do interior de um reservatório de petróleo é feita através dos poços e apresenta uma complexidade muito maior.

          Um reservatório é composto por milhões de metros cúbicos de rocha que podem ser encontrados desde algumas centenas até alguns milhares de metros abaixo da superfície da Terra. Em um reservatório esxistem as rochas ocupadas com óleo  e abaixo encontra-se a região com rochas saturadas de água.  Os poços produtores de óleo normalmente atravessam o reservatório em suas regiões mais elevadas e retiram os fluidos do interior das rochas, de modo que eles possam ser conduzidos até a superfície.
 




Mexilhão: gás até para exportar

J. Commercio, Economia

          Com mais de dois anos de atraso, entrará em operação no próximo dia 13 o grande campo de gás de Mexilhão, na Bacia de Santos, que ajudará o Brasil a se tornar autossuficiente no combustível e, junto com outras descobertas na mesma bacia, alçará o País ao posto de exportador da commodity. Mexilhão foi anunciado em 2003 como a maior descoberta brasileira de gás natural, com reservas de 70 bilhões de metros cúbicos, ou 30% das reservas na época, de 234 bilhões de metros cúbicos.

          Atualmente, as reservas provadas de gás da Petrobras são de 377 bilhões. Mexilhão vai superar a produção de campos como Roncador, Urucu e Manati, todos da Petrobras e até então os campeões em volumes no Brasil, com produção de cerca de 5 milhões de metros cúbicos cada. Segundo uma fonte da Petrobras, os planos da empresa são bem mais ambiciosos do que se pode supor e envolvem exportação para a América do Sul e outros mercados em forma de Gás Natural Liquefeito (GNL), já que uma planta de conversão será instalada em alto-mar.

ANP fará em março rodada de licitação de áreas marítimas

Valor, Brasil - Cláudia Schüffner
          A 11ª rodada de licitações de áreas exploratórias da Agência Nacional do Petróleo (ANP) com áreas no mar deve ser anunciada em março, depois da reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). A minuta do contrato da nova rodada será colocada em audiência pública e a expectativa do mercado é grande, pois desde 2006, quando a ANP retirou 41 blocos do pré-sal oferecidos na 8ª rodada, foram poucas as ofertas de áreas marítimas no país. A última oferta de blocos no mar foi feita em 2007, na 9ª rodada, quando a OGX, do empresário Eike Batista, fez sua estreia. A licitação seguinte só teve blocos em terra e o país vai completar três anos sem licitação de novas áreas.

           O foco da 11ª rodada será dado às bacias da chamada margem equatorial, que se estende do Rio Grande do Norte até o Amapá e engloba a Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar (porção marítima), além de bacias maduras. A ANP considera a margem equatorial a "próxima fronteira" a ser desbravada e Magda Chambriard lembra que a região tem muitas semelhanças com a margem equatorial africana, onde foram feitas relevantes descobertas no mar da Costa do Marfim (com destaque para o campo de Baobab) e Gana, onde foi encontrado o campo Jubilee, com reservas estimadas em 600 milhões a 1,8 bilhão de barris.

quinta-feira, 3 de março de 2011

A Classificação do Petróleo

Dependendo de sua densidade (gravity), os óleos são classificados pelo American Petroleum Institute – API – em vários graus (specific gravity), sendo que os com maior graduação são os melhores, ou seja, são petróleos mais leves. Como exemplo, um óleo de 17º API é muito pesado e um de 30º API é mais leve.

Alguns fatores podem afetar o ºAPI dos óleos, tais como:
·         A idade geológica: as rochas antigas tendem a ter maior graduação; mas, rochas terciárias podem ter cerca de 40º API, como as do Mar do Norte.
·         Profundidade do reservatório: quanto maior a profundidade, maior a graduação.
·         Tectonismo: altas graduações são mais comuns em regiões com muitas tensões nas camadas geológicas.
·         Salinidade: os reservatórios de origem marinha tendem a ter maiores graduações do que os de origem de ambientes com água salobra ou fresca.
·         Teor de enxofre: este teor é alto em óleos de baixa graduação.

A classificação do petróleo, de acordo com seus constituintes, interessa desde os geoquímicos até os refinadores.  Os primeiros visam caracterizar o óleo para relacioná-los à rocha-mãe e medir o seu grau de degradação.  Os refinadores querem saber a quantidade das diversas frações que podem ser obtidas, assim como sua composição e propriedades físicas.

Assim, os óleos parafínicos são excelentes para a produção de querosene de aviação (QAV), diesel, lubrificante e parafinas.  Os óleos naftalênicos produzem frações significativas de gasolina, nafta petroquímica, QAV e lubrificantes, enquanto que os óleos aromáticos são mais indicados para a produção de gasolina, solventes e asfalto.
·         CLASSE PARAFÍNICA (75% ou mais de parafinas)
Nesta classe estão os óleos leves, fluidos ou de alto ponto de fluidez, com densidade inferior a 0,85.  A maior parte dos petróleos produzidos no Nordeste brasileiro é classificada como parafínica.
Este tipo de petróleo produz subprodutos com as seguintes propriedades:
-          Gasolina de baixo índice de octanagem.
-          Querosene de alta qualidade.
-          Óleo diesel com boas características de combustão.
-          Óleos lubrificantes de alto índice de viscosidade, elevada estabilidade química e alto ponto de fluidez.
-          Resíduos de refinação com elevada percentagem de parafina.

  • CLASSE PARAFÍNICO-NAFTÊNICA (50 – 70% parafinas, >20% de naftênicos)
Os óleos desta classe são os que apresentam densidade e viscosidade maiores do que os parafínicos, mas ainda são moderados.  A maioria dos petróleos produzidos na Bacia de Campos, RJ, é deste tipo.

·         CLASSE NAFTÊNICA (>70% de naftênicos)
Nesta classe enquadra-se um número muito pequeno de óleos.  Apresentam baixo teor de enxofre se originam da alteração bioquímica de óleos parafínicos e parafínico-naftênicos.  Alguns óleos da América do Sul, da Rússia e do Mar do Norte pertencem a esta classe.
O petróleo do tipo naftênico produz subprodutos com as seguintes propriedades principais:
-          Gasolina de alto índice de octonagem.
-          Óleos lubrificantes de baixo resíduo de carbono.
-          Resíduos asfálticos na refinação.

·         CLASSE AROMÁTICA INTERMEDIÁRIA (>50% de hidrocarbonetos a aromáticos)
Compreende óleos freqüentemente pesados, contendo uma densidade usualmente é maior que 0,85.  Alguns óleos do Oriente Médio (Arábia Saudita, Catar, Kuwait, Iraque, Síria e Turquia), África Ocidental, Venezuela, Califórnia e Mediterrâneo (Sicília, Espanha e Grécia) são desta classe.

·         CLASSE AROMÁTICO-NAFTÊNICA (>35% de naftênicos)
Óleos deste grupo sofreram processo inicial de biodegradação, no qual foram removidas as parafinas.  Eles são derivados dos óleos parafínicos e parafínico-naftênicos.  Alguns óleos da África Ocidental são deste tipo.

·         CLASSE AROMÁTICO-ASFÁLTICA (>35% de asfaltenos e resinas)
Estes óleos são oriundos de um processo de biodegradação avançada em que ocorreria a reunião de monocicloalcenos e oxidação.  Podem também nela se enquadrar alguns poucos óleos verdadeiramente aromáticos não degradados da Venezuela e África Ocidental.  Entretanto, ela compreende principalmente óleos pesados e viscosos, resultantes da alteração dos óleos aromáticos intermediários.  Nesta classe encontra-se os óleos do Canadá ocidental, Venezuela e sul da França.

WELL CONTROL DRILLING (CONTROLE DE POÇO).


Este é um curso muito importante para a área petrolífera. Tanto que muitas empresas estão exigindo esta disciplina aos candidatos a vagas. Por este motivo, estamos postando algumas informações sobre o mesmo.

1 - OBJETIVOS:
Fornecer ao Tool Pusher, Sondador, Assistente de Sondador e Torrista capacitação na detecção de influxo e como os mesmos devem auxiliar no controle deste influxo em poços de petróleo na área Offshore e Onshore.

Nível Introdutório Drilling (Superfície e Submarino)
• Profissionais habilitados: Plataformistas e torristas
• Carga Horária: 24 horas
b) Nível Fundamental Drilling (Superfície e Submarino)
• Profissionais habilitados: Sondadores, Assistentes de Sondadores e Torristas
Carga Horária Total: 40 horas
c) Nível Supervisão Drilling (Superfície e Submarino)
• Profissionais habilitados: Engenheiro (de Perfuração, Químicos etc.), Tool Pusher e
Sondador.
Carga Horária Total: 40 horas

REQUISITOS MÍNIMOS PARA A QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO PARA CADA NÍVEL.

NÍVEL INTRODUTÓRIO

1 - CONHECIMENTOS NECESSÁRIOS:
. Noções de equipamentos de segurança de poço: finalidades, operações, cuidados especiais e testes;
. Noções de fluidos de perfuração;
. Causas e indícios de KICKS;
. Operações e controle de poço, incluindo manuseio de válvulas, identificação de linhas, funcionamento de bombas de lama e inspeção e correção de vazamentos das linhas de fluxo;
. Fechamento do poço.
2 - REQUISITOS PARA A CERTIFICAÇÃO:
O candidato estará aprovado, e conseqüentemente certificado, se responder acertadamente 70% das questões de uma prova teórica sobre os assuntos ministrados no curso básico, receber do instrutor um conceito positivo no treinamento prático e atender uma freqüência mínima de 90% da carga horária do treinamento.

NÍVEL FUNDAMENTAL
1 - CONHECIMENTOS NECESSÁRIOS:
. Normas da PETROBRÁS e internacionais referentes a controle de poço;
. Finalidades, operações, cuidados especiais e testes dos equipamentos de controle de  poço;
. Noções de propriedades dos fluidos de perfuração e comportamento das pressões;
. Causas e indícios de KICKS;
. Comportamento do fluido invasor;
. Informações sobre o KICK e cálculos necessários;
. Operações de controle de poço: métodos do sondador e volumétrico;
. Fechamento do poço;
. Identificação e correção de situações especiais durante a circulação do KICK;
. Exercícios: método do sondador; e
. Aspectos peculiares do controle de KICKS em águas profundas.
2 - REQUISITOS PARA A CERTIFICAÇÃO:
O candidato estará aprovado, e conseqüentemente certificado, se responder acertadamente 70% das questões de uma prova teórica sobre os assuntos ministrados no curso básico, receber do instrutor um conceito positivo no treinamento prático no simulador de KICKS e atender uma freqüência mínima de 90% da carga horária do treinamento.
NÍVEL SUPERVISÃO

1 - CONHECIMENTOS NECESSÁRIOS:
. Normas da PETROBRÁS e internacionais referentes a controle de poço;
. Finalidades, operações, cuidados especiais e testes dos equipamentos de controle de poço;
. Propriedades dos fluidos de perfuração e comportamento das pressões;
. Causas e indícios de KICKS;
. Comportamento do fluido invasor;
. Informações sobre o KICK e cálculos necessários;
. Operações de controle de poços: métodos do sondador, engenheiro e volumétrico;
. Fechamento do poço;
. Organização e supervisão de uma operação de controle de poços;
. Controle de KICKS em situações especiais;
. Exercícios no simulador de KICKS: métodos do sondador, engenheiro e volumétrico;
. Aspectos peculiares do controle de KICKS em águas profundas; e
- Tópicos Especiais em controle de poço.

2 - REQUISITOS PARA A CERTIFICAÇÃO:
O candidato estará aprovado, e conseqüentemente certificado, se responder acertadamente 70% das questões de uma prova teórica sobre os assuntos ministrados no curso básico, receber do instrutor um conceito positivo no treinamento prático no simulador de KICKS e atender uma freqüência mínima de 90% da carga horária do treinamento.